O calendário eleitoral entra em fase decisiva neste mês. Entre 20 de julho e 5 de agosto, os partidos e federações realizam as convenções para deliberar sobre coligações e escolher os candidatos que vão disputar as eleições de 2026. É quando os nomes deixam de ser especulação e viram oficialmente candidatura.
As datas do pleito estão definidas pela Constituição e confirmadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O primeiro turno será em 4 de outubro, e o eventual segundo turno, em 25 de outubro, nos casos em que a legislação prevê.
Os prazos que passam a valer
Julho não traz só as convenções. O mês marca o início de uma série de restrições típicas do período eleitoral, pensadas para preservar o equilíbrio da disputa e limitar o uso da máquina pública.
- Convenções partidárias: de 20 de julho a 5 de agosto
- Primeiro turno: 4 de outubro; segundo turno: 25 de outubro
- 4 de julho: data limite para a nomeação de aprovados em concursos públicos já homologados, dentro das vedações do período
- Regras do calendário fixadas pela Resolução nº 23.760, de 2 de março de 2026
As convenções são o momento em que as siglas fecham alianças e definem quem encabeça as chapas. O resultado desse período determina o tabuleiro da disputa, tanto nas cidades quanto nos casos de eleição suplementar em andamento.
“A partir das convenções, a campanha ganha corpo. Antes disso, o que existe é pré-candidatura; depois, começa a valer o jogo oficial, com regras e prazos apertados”, resume a leitura sobre o calendário do TSE.
As restrições do período eleitoral incluem limites à publicidade institucional dos governos, vedações a certos atos administrativos e regras rígidas para a propaganda. O objetivo é reduzir o desequilíbrio entre quem está no poder e quem disputa de fora.
Para o eleitor, o cronograma serve de guia. Depois das convenções, vêm o registro das candidaturas, o início da propaganda eleitoral e a reta final rumo a outubro. O TSE mantém o calendário completo no site oficial, com todas as datas e prazos.
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