DF ganha duas novas cidades: Celina sanciona criação da 26 de Setembro e da Ponte Alta

julho 7, 2026
DF ganha duas novas cidades: Celina sanciona criação da 26 de Setembro e da Ponte Alta

A governadora Celina Leão sancionou na sexta-feira, 3 de julho, as leis que oficializam a criação de duas novas regiões administrativas do Distrito Federal, a 26 de Setembro e a Ponte Alta. Os projetos, de autoria do Executivo, haviam sido aprovados na semana anterior pela Câmara Legislativa do DF, por 18 votos favoráveis e uma abstenção. Com a sanção e a publicação no Diário Oficial, o governo inicia a estruturação administrativa das duas cidades.

As leis não apenas criam as regiões, mas também definem a estrutura administrativa que vai compor cada administração regional, com organização institucional, equipes e implantação gradual dos serviços de gestão territorial. Na prática, cada localidade passa a ter uma administração própria, mais perto do morador.

Por que criar novas regiões administrativas

Segundo o governo, a medida busca fortalecer a presença do Estado em áreas que registraram crescimento populacional e urbanização acelerados. Ter uma administração regional própria dá mais agilidade para executar políticas públicas, atender demandas locais e organizar serviços de zeladoria, licenciamento e infraestrutura.

Os principais efeitos da criação das novas cidades são:

  • Administração regional própria para a 26 de Setembro e a Ponte Alta
  • Estrutura de gestão definida em lei para cada localidade
  • Atendimento local mais ágil às demandas dos moradores
  • Reconhecimento formal de áreas que já funcionavam como cidade

A Ponte Alta, no Gama, e a 26 de Setembro, na região de Ceilândia e Taguatinga, cresceram rápido nos últimos anos e passaram a concentrar população que dependia de serviços prestados por cidades vizinhas. A criação das regiões administrativas corrige essa distorção e aproxima a gestão pública da realidade do território.

“Essas comunidades já eram cidade na prática. A gente está apenas reconhecendo isso e dando a elas uma administração própria, com poder de resolver os problemas de perto”, afirmou a governadora Celina Leão na cerimônia de sanção.

O que muda para o morador

Com administração própria, o morador passa a ter um endereço de referência para registrar pedidos de tapa-buraco, poda, limpeza, iluminação e outras demandas do dia a dia. A administração regional também funciona como articuladora das secretarias do GDF no território, o que tende a acelerar obras e serviços.

O governo informou que a implantação das duas administrações será gradual, com definição de equipes e sede. A criação das novas regiões amplia o número de cidades do Distrito Federal e integra as duas localidades ao planejamento urbano e orçamentário do DF, o que abre caminho para investimentos específicos em cada uma.

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