Dupla seguia vítimas de bares de Ceilândia e roubava joias em Taguatinga

setembro 18, 2026
Colares e correntes de ouro pendurados em expositor de joias

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu nesta sexta-feira (18/9), em Águas Lindas de Goiás, um dos dois homens apontados como integrantes de uma dupla especializada em roubar joias em Taguatinga e Ceilândia. O segundo suspeito não foi localizado e é considerado foragido.

Segundo a investigação da 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte), os dois frequentavam bares e restaurantes à procura de pessoas que usavam peças de ouro. Depois de escolher a vítima, seguiam o alvo até a residência e faziam o assalto na chegada em casa. Nas ações, os investigados usavam um Onix branco.

O crime que abriu a investigação

Um dos casos ocorreu em 8 de agosto. Um homem foi observado pelos suspeitos em um bar da região central de Ceilândia e seguido até sua casa, em Taguatinga. Ao chegar, foi abordado pela dupla, que levou um cordão e uma pulseira de ouro.

A partir desse episódio, os investigadores identificaram outro roubo atribuído aos mesmos suspeitos, com o mesmo modo de atuação. Outros relatos de crimes semelhantes registrados na região comercial de Taguatinga seguem em análise pelos policiais.

Quem são os investigados

Os suspeitos foram identificados como João Paulo Gomes Leite, 28 anos, e Mikael Lopes Mezabarba, 27. A Justiça decretou a prisão preventiva dos dois, e ambos foram denunciados pelo crime de roubo.

Mikael foi preso durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão em Águas Lindas de Goiás e permanece à disposição da Justiça. João Paulo não foi encontrado. Os dois respondem como suspeitos e não há condenação definitiva no caso.

Polícia divulgou imagens para achar o foragido

A PCDF divulgou as imagens dos investigados com dois objetivos: localizar João Paulo e identificar pessoas que possam ter sido vítimas dos mesmos autores sem ter registrado ocorrência. Quem reconhecer os suspeitos ou tiver sido abordado nas circunstâncias descritas pode repassar informações à polícia.

O padrão descrito pela investigação, de escolher a vítima em um ponto comercial movimentado e executar o roubo já na porta de casa, transfere o crime do bar para a rua residencial, onde há menos testemunhas e menos câmeras. É o mesmo desenho de casos que a PCDF vem tratando em outras regiões administrativas, com a seleção do alvo feita em bar, restaurante ou galeria e a abordagem concluída longe do local de origem.

Como registrar ocorrência no DF

  • Emergência em andamento: 190, da Polícia Militar.
  • Registro de roubo: pode ser feito presencialmente em qualquer delegacia ou pela Delegacia Eletrônica da PCDF.
  • Informações sobre foragidos: disque-denúncia 197, com sigilo garantido.

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