sex, 30 out

Desemprego cai a 5,2% e é o menor para um terceiro trimestre desde 2012; DF tinha 6,5%

A Pnad do IBGE mostra desemprego de 5,2% no país no terceiro trimestre. O DF estava em 6,5% no segundo e aguarda o novo recorte.

Por Redação Sou Brasília 2 min de leitura
Dois trabalhadores de capacete conversam em uma obra, em foto de arquivo
Foto: Mikael Blomkvist/Pexels
Neste texto3 tópicos
  1. O que mudou no país em relação ao trimestre e ao ano anterior?
  2. Como o DF aparece nesse quadro?
  3. Quem procura vaga no DF tem onde ir?

O desemprego no Brasil caiu para 5,2% no terceiro trimestre de 2026, a menor taxa para um período de julho a setembro desde 2012, segundo a Pnad Contínua do IBGE divulgada nesta sexta-feira (30). No Distrito Federal, o último número fechado é o do segundo trimestre: 6,5%.

Os dados nacionais estão na cobertura da Agência Brasil, que registra: "A taxa de desocupação para o terceiro trimestre caiu para 5,2%, a menor já registrada para esse período desde 2012". A série da taxa também pode ser consultada na tabela 6381 do Sidra, do próprio IBGE.

O que mudou no país em relação ao trimestre e ao ano anterior?

IndicadorJul-set 2026Abr-jun 2026Jul-set 2025
Taxa de desocupação5,2%5,4%5,6%
Pessoas desocupadas5,6 milhões5,9 milhões6,0 milhões
Nível de ocupação59,0%58,8%58,7%
Taxa de informalidade37,5%37,4%37,8%

A população ocupada chegou a 103,6 milhões de pessoas, a maior da série histórica. São 581 mil a mais que no trimestre anterior e 1,2 milhão a mais que um ano antes. O rendimento real habitual ficou em R$ 3.790, estável no trimestre e 3,6% maior que em 2025 (mais R$ 131). A massa de rendimento, de R$ 387,5 bilhões, também é recorde.

Como o DF aparece nesse quadro?

O recorte por estado do terceiro trimestre ainda não constava das tabelas do IBGE consultadas nesta sexta. O último dado fechado é o do segundo trimestre: o DF tinha 6,5% de desocupação, abaixo dos 8,0% do terceiro trimestre de 2025. Entre as 27 unidades da federação, o DF era a 11ª maior taxa, acima da média nacional da época (5,4%). A maior era a do Amapá (9,8%) e a menor, a de Santa Catarina (2,1%).

Tinham taxa maior que a do DF no segundo trimestre: Amapá, Bahia, Piauí, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Amazonas, Rio de Janeiro, Acre e Ceará. Esta página será atualizada com o número do DF do terceiro trimestre quando o IBGE o publicar.

Quem procura vaga no DF tem onde ir?

Informalidade segue em 37,5% da população ocupada, ou 38,8 milhões de trabalhadores. O IBGE divulga a Pnad Contínua todo mês, com média móvel de três meses.

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