A derrota para a Noruega deixou o Brasil fora da Copa do Mundo de 2026, mas não muda o comando da seleção. Depois da queda por 2 a 1 nas oitavas, neste domingo (5), Carlo Ancelotti afirmou que segue no cargo e classificou o momento como o “início de um novo ciclo”.
O italiano tem contrato assinado com a Confederação Brasileira de Futebol até 2030, fechado antes mesmo do Mundial. A permanência estava prevista independentemente do resultado, e o próprio treinador reforçou que o trabalho continua.
Sobre a partida, Ancelotti explicou as mudanças feitas na etapa final. “As mudanças eram para colocar mais frescura, dar mais profundidade para tentar ganhar o jogo”, disse. Ele reconheceu que controlar o duelo diante da Noruega era, nas palavras dele, “mais complicado”.
Um jejum que pesa
Com a eliminação nas oitavas, o Brasil vive o período mais longo sem uma Copa em toda a sua história. É também a pior campanha da seleção em Mundial desde 1990, quando o time caiu na mesma fase para a Argentina.
- Ancelotti segue no comando, com contrato até 2030
- Maior intervalo sem título de Copa na história brasileira
- Pior campanha em Mundial desde a queda de 1990
- O treinador falou em reconstrução e projeto de longo prazo
“Início de um novo ciclo”, resumiu Ancelotti ao ser questionado sobre o futuro da seleção após a eliminação.
O que vem agora é a discussão sobre renovação do elenco, calendário de amistosos e as próximas convocações. A seleção não terá compromissos oficiais no curto prazo, o que dá margem para testes e a montagem de um novo grupo.
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