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PMDF quadruplica mesas para denúncias de crime eleitoral no 2º turno do DF

No domingo, 25, a PMDF terá quatro mesas no Copom para as denúncias do 190, com drones, câmeras e 5 mil PMs. Veja como acionar e quem apura.

Por Redação Sou Brasília 3 min de leitura
Lateral de uma viatura da Polícia Militar do Distrito Federal, do Batalhão de Aviação Operacional, em foto de arquivo
Foto: André Gustavo Stumpf/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Neste texto3 tópicos
  1. Como a PMDF vai dividir os chamados
  2. Drones, câmeras e o que o primeiro turno mostrou
  3. O que continua proibido no dia da votação

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) vai montar quatro mesas para receber e despachar denúncias de crime eleitoral no domingo, 25 de outubro, dia do segundo turno. No primeiro turno havia uma só. Quem ligar para o 190 será atendido por uma central dividida em quatro regiões, segundo o Metrópoles, que ouviu a corporação nesta quinta-feira, 22.

"No primeiro turno tivemos apenas uma mesa para centralizar as ocorrências das eleições e agora no segundo turno teremos quatro mesas, uma força-tarefa realmente, para que a gente consiga dar celeridade para as ocorrências de crime eleitoral", disse a major Talita, porta-voz da PMDF.

Como a PMDF vai dividir os chamados

A mudança fica no Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). O acionamento das viaturas será separado em Oeste, Leste, Centro Urbano e Sul, e as denúncias feitas pelo 190 chegam diretamente às patrulhas na rua. A corporação diz que a mudança visa reduzir o tempo de resposta.

O policiamento comum, o que atende roubo, acidente e briga de vizinhos, continua funcionando normalmente no domingo, informou a corporação.

  • Quando: domingo, 25 de outubro, dia da votação
  • Como acionar: ligação para o 190
  • Quem apura: a PMDF atende a ocorrência; os crimes eleitorais seguem para a Polícia Federal

Drones, câmeras e o que o primeiro turno mostrou

A PMDF também promete reforçar o monitoramento por imagem. Entram drones, câmeras nos pontos de votação e câmeras corporais nos policiais, tudo integrado ao sistema DF 360 da Secretaria de Segurança Pública. No primeiro turno, o DF 360 tinha 14 mil câmeras com módulo eleitoral, e foram elas que registraram carros jogando santinhos diante de colégios eleitorais entre 1h e 4h da madrugada, conforme o Correio da Manhã.

Naquele domingo, 4 de outubro, o balanço do Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) e da SSP-DF apontou seis ocorrências de crime eleitoral até as 11h30. As autoridades encaminharam os casos à Polícia Federal, responsável pela apuração. A SSP-DF disse que 22 órgãos participaram da operação, e a PMDF escalou 5 mil policiais, com pelo menos dois em cada colégio eleitoral.

Pelos números da própria PMDF, o primeiro turno de 2026 teve 35% menos ocorrências eleitorais no DF do que a mesma etapa de 2022. A corporação espera manter a tendência e, segundo o Metrópoles, prevê mobilizar de novo mais de 5 mil policiais no segundo turno. A reportagem não encontrou, na data da publicação, nota da PMDF com o número exato do efetivo de domingo.

O que continua proibido no dia da votação

Quem quiser saber o que configura crime no dia da votação tem dois textos do SouBrasília. O SouBrasília detalhou o que a Lei 9.504 proíbe e as penas, e a operação de trânsito e segurança na Esplanada tem as restrições de acesso para quem for à região central.

Para o eleitor que presenciar crime eleitoral no domingo, o canal citado pela PMDF é o 190, com o endereço do colégio eleitoral e a região do DF na ligação.

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