O Correio Braziliense e a TV Brasília promovem em 1º de setembro um debate com os candidatos ao Governo do Distrito Federal. A transmissão começa às 20h30, ao vivo pela TV no canal 6.1 e pelo canal do Correio no YouTube.
O encontro coloca em discussão temas ligados ao futuro de Brasília, com espaço para que os concorrentes apresentem propostas e confrontem visões sobre a administração do DF. O formato previsto permite a interação direta entre os participantes ao longo do programa.
Quem media o debate
A mediação fica a cargo de quatro jornalistas da casa. São eles o editor de Política, Economia e Brasil do Correio Braziliense, Carlos Alexandre de Souza, a editora de Opinião, Carmen Souza, e as colunistas de Política Ana Maria Campos, que cobre o cenário local, e Denise Rothenburg, que acompanha a política nacional.
- Data: 1º de setembro de 2026
- Horário: a partir das 20h30
- Onde assistir: TV Brasília, canal 6.1, e YouTube do Correio Braziliense
- Mediação: Carlos Alexandre de Souza, Carmen Souza, Ana Maria Campos e Denise Rothenburg
- Promoção: Correio Braziliense e TV Brasília
O que já houve antes
O debate de 1º de setembro não é o primeiro encontro entre os postulantes ao Palácio do Buriti nesta eleição. Em 11 de agosto, o Correio realizou uma sabatina com candidatos ao governo local, em formato de entrevista individual, no qual cada um respondeu às perguntas dos jornalistas separadamente.
A diferença entre os dois formatos é relevante para o eleitor. Na sabatina, o candidato responde sem contraditório imediato dos adversários. No debate, a resposta de um pode ser confrontada na sequência por outro, o que expõe divergências de proposta que a entrevista individual não revela.
O calendário até a votação
O primeiro turno das eleições de 2026 ocorre em 4 de outubro. Um eventual segundo turno para o governo do DF está marcado para 25 de outubro. Entre setembro e a véspera da votação, a legislação eleitoral concentra a maior parte dos debates televisivos, o período em que o eleitor indeciso costuma definir o voto.
A propaganda eleitoral gratuita em rádio e televisão também ocupa esse intervalo, com blocos diários e inserções ao longo da programação. Somados, debate e propaganda formam o grosso da exposição dos candidatos fora das redes sociais.
Quem não puder assistir ao vivo pode acompanhar depois pelo canal do Correio Braziliense no YouTube, onde a transmissão fica disponível para consulta.
Como está a disputa pelo Buriti
A eleição para o governo do DF chega ao debate com a corrida já medida por pesquisas. O levantamento do Real Time Big Data divulgado em 19 de agosto apontou Celina Leão com 34%, José Roberto Arruda com 22% e Leandro Grass com 18% das intenções de voto. Na mesma leitura, Celina Leão registrou 60% de aprovação no DF.
O quadro ainda pode mudar por decisão judicial. O Ministério Público Eleitoral pediu ao Tribunal Regional Eleitoral do DF que barre o registro de candidatura de Arruda, sob o argumento de inelegibilidade. Enquanto o pedido não é julgado, o registro segue em análise como os demais.
O prazo para a Justiça Eleitoral julgar todos os pedidos de registro vai até 14 de setembro. Ou seja, o debate de 1º de setembro ocorre antes da definição final sobre quem estará efetivamente na urna.
O que olhar no debate
O DF chega a esta eleição com um conjunto de temas que dominaram a agenda local no ano: fila na saúde pública, custo e cobertura do transporte coletivo, segurança nas regiões administrativas e regularização fundiária.
São assuntos em que o eleitor consegue comparar proposta com entrega, porque envolvem serviço que ele usa. Em um formato com interação direta entre os participantes, é justamente nesse terreno que a diferença entre discurso e execução tende a aparecer.
No registro de candidaturas para todos os cargos, o TRE-DF recebeu 640 pedidos nesta eleição, número que reúne as disputas ao governo local, ao Senado, à Câmara dos Deputados e à Câmara Legislativa.
Para o eleitor que pretende acompanhar, a recomendação prática é simples: anotar as propostas que vierem com prazo e valor. Promessa sem cronograma e sem fonte de recurso é a que costuma sobrar depois da posse, e o debate ao vivo é uma das poucas oportunidades de o candidato ser cobrado sobre isso na frente dos adversários.
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