Vacinação antirrábica no DF tem 146 pontos neste sábado (22)

agosto 21, 2026
Veterinário examina cão sobre mesa de clínica durante atendimento

A campanha de vacinação antirrábica do Distrito Federal abre 146 pontos de atendimento neste sábado (22), das 9h às 17h na maior parte dos locais, com dose gratuita para cães e gatos a partir de três meses de idade em todas as regiões administrativas.

A lista foi atualizada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-DF) na manhã desta sexta-feira (21) e cobre da Asa Sul ao Sol Nascente. Os postos ficam em escolas públicas, administrações regionais, supermercados, pet shops, parques e unidades básicas de saúde.

Este é o segundo dos três sábados previstos para 2026. No próximo, dia 29, a secretaria abre 116 pontos, todos em área urbana. A dose é anual e não tem custo.

Onde vacinar cão e gato neste sábado

Os 146 pontos estão distribuídos por Lago Norte, Varjão, Plano Piloto, Sudoeste, Cruzeiro, Guará, Águas Claras, Arniqueira, Taguatinga, Ceilândia, Sol Nascente, Pôr do Sol, Brazlândia, Sobradinho I e II, Fercal, Planaltina, Paranoá, São Sebastião, Santa Maria, Gama, Ponte Alta, Recanto das Emas, Samambaia, Riacho Fundo I, Núcleo Bandeirante e Candangolândia.

O horário padrão é das 9h às 17h. Há exceções pontuais: a Vila Operária, no Lago Norte, atende das 9h às 12h, e o condomínio Mini Granja, na Granja do Torto, das 13h às 16h. Dois pontos encerram às 16h.

  • Data: sábado, 22 de agosto de 2026
  • Horário: 9h às 17h na maioria dos postos
  • Quem pode vacinar: cães e gatos saudáveis a partir de três meses
  • Preço: gratuito
  • Endereços: lista completa por região no portal da SES-DF
  • Próximo sábado: 29 de agosto, com 116 pontos

Quem não conseguir ir no fim de semana tem alternativa durante a semana. A Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses (Dival) e os Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental (Nuval) aplicam a vacina nos dias úteis, em pontos fixos.

Por que a procura aumentou em agosto

Em 14 de agosto, um cão do Lago Norte teve diagnóstico de raiva confirmado por exame laboratorial, o que levou a SES-DF a reforçar o bloqueio vacinal na região. Antes disso, o DF não registrava caso da doença em cães desde 2000, e em gatos, desde 2001.

O vírus, porém, nunca deixou de circular. Ele se mantém em animais silvestres, sobretudo em morcegos, e é daí que costuma chegar aos animais domésticos que não estão com a vacina em dia.

A recomendação da secretaria é notificar a ocorrência de morcegos caídos, mortos ou com comportamento alterado, além de animais com sinais compatíveis com a doença. A raiva é transmissível ao ser humano, tem letalidade próxima de 100% depois que os sintomas aparecem e não tem tratamento eficaz nessa fase, o que faz da vacinação do animal a barreira que sobra.

Mordida e arranhão têm atendimento à parte

Quem foi mordido ou arranhado por animal, doméstico ou silvestre, deve procurar uma unidade de saúde. O atendimento humano contra a raiva é separado da campanha animal e segue esquema próprio de profilaxia antes e depois da exposição, informado pela SES-DF na página sobre a doença.

A campanha animal também não substitui o acompanhamento veterinário de rotina: a dose antirrábica protege contra uma doença específica e não cobre o restante do calendário de vacinas de cães e gatos.

Para saber os endereços exatos e conferir se o ponto mais próximo abre no horário integral, consulte a página oficial da campanha. O SouBrasília publicou no dia 15 um guia com os locais de vacinação gratuita depois do caso do Lago Norte.

Faz parte da rede de portais NYX · Distrito News — noticias do Distrito Federal