A Justiça decidiu levar a júri popular o policial penal acusado de balear um tatuador após uma discussão por causa de uma bicicleta, em Brasília. O caso aconteceu na comercial da 314 Sul, no Distrito Federal, e gerou grande repercussão na região.
Segundo as investigações, o conflito começou após um desentendimento envolvendo o local onde a bicicleta do policial estava estacionada. O tatuador teria pedido que o objeto fosse retirado da entrada do estabelecimento, o que acabou provocando uma discussão entre os dois.
Durante a briga, o policial penal sacou uma arma de fogo e efetuou disparos, atingindo o tatuador. A vítima foi socorrida e levada com urgência para o Hospital de Base, onde recebeu atendimento médico após sofrer perfuração causada pelos tiros.
Após o crime, policiais civis da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) localizaram e prenderam o suspeito. Na ocasião, a arma utilizada e as roupas usadas durante a ocorrência foram apreendidas pelos investigadores.
Com o avanço do processo, a Justiça entendeu que existem indícios suficientes para que o caso seja analisado pelo Tribunal do Júri, responsável por julgar crimes contra a vida. Dessa forma, caberá aos jurados decidir se o policial penal é culpado ou inocente pelas acusações relacionadas ao ataque.
O processo segue em tramitação, e a data do julgamento ainda deve ser definida pelas autoridades judiciais.








