A expansão da Linha 1 do Metrô-DF em Samambaia avançou no primeiro semestre de 2026 e chegou a 23% de conclusão. A obra tem investimento de R$ 319,7 milhões, valor que alcança cerca de R$ 400 milhões somados os demais custos associados, e é executada pelo consórcio CG–JFJ, formado pelas empresas CG Construções e JFJ Tecnologia em Instalações Elétricas.
O canteiro em Samambaia mobiliza cerca de 760 trabalhadores e 60 equipamentos pesados. A estimativa de prazo de execução varia de 2,5 a 4 anos, conforme o cronograma de cada trecho. A ampliação faz parte do plano do governo para levar o metrô a mais regiões administrativas e reduzir o tempo de deslocamento de quem depende do transporte sobre trilhos.
Em Ceilândia, o governo está em fase de licitação para a construção de duas novas estações, o que deve acrescentar cerca de 6 km à rede e beneficiar mais 35 mil passageiros. O processo para as duas paradas foi reaberto em março de 2026 e prevê novas vias até as margens da BR-070, com dois pontos de embarque e desembarque.
O que muda na mobilidade
As frentes em Samambaia e Ceilândia compõem o maior avanço do metrô da capital em anos. Os números atuais são estes:
- 23% de conclusão da expansão em Samambaia
- R$ 319,7 milhões investidos, até cerca de R$ 400 milhões com custos associados
- 760 trabalhadores e 60 equipamentos pesados no canteiro
- Duas novas estações em Ceilândia em licitação, com mais 6 km de rede
- Projeto de compra de 15 novos trens, estimado em R$ 900 milhões
A renovação da frota entra em uma licitação internacional, com a compra de 15 novos trens. Com as obras e os novos veículos, o Metrô-DF projeta atender até 180 mil passageiros por dia.
“A meta é acelerar as obras”, afirmou o secretário Valter Casimiro ao tratar do ritmo da expansão do sistema metroviário no DF.
A chegada do metrô a novos trechos de Samambaia e Ceilândia tende a integrar regiões populosas ao eixo central da rede, com efeito direto no tempo de viagem de trabalhadores e estudantes.
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