O Governo do Distrito Federal aplicou mais de R$ 16,8 milhões em ações ambientais ao longo de junho, mês em que se concentram as atividades pelo Meio Ambiente. Os recursos foram direcionados ao combate às queimadas, à educação ambiental, à ampliação da inteligência territorial e ao fortalecimento dos parques ecológicos da capital, segundo balanço do governo.
O período de estiagem no Distrito Federal exige reforço na prevenção a incêndios florestais. Por isso, parte das ações se voltou à preparação para os meses mais secos, com blitze educativas e capacitação de brigadistas. O governo também passou a operar novos sistemas de monitoramento, entre eles o programa DF Sem Fogo, o acompanhamento da qualidade do ar e a instalação de câmeras 360° de segurança em parques ecológicos.
Os resultados apresentados mostram avanço na proteção das áreas verdes. O DF plantou 20 mil mudas nativas em ações de recuperação e arborização urbana e reduziu em 66,9% as áreas queimadas dentro das unidades de conservação, na comparação com períodos anteriores.
O que entrou no pacote de junho
As frentes financiadas pelo governo no mês passaram por prevenção, tecnologia e conscientização. Entre as principais ações estão:
- Quatro blitze educativas e capacitação de brigadistas para o período de estiagem
- Novos sistemas ambientais, como o DF Sem Fogo e o monitoramento da qualidade do ar
- Instalação de câmeras 360° de segurança em parques ecológicos
- Plantio de 20 mil mudas nativas em recuperação e arborização
- Redução de 66,9% nas áreas queimadas em unidades de conservação
A educação ambiental também teve peso no balanço. Mais de 5 mil estudantes participaram de atividades sobre queimadas e preservação, e a programação seguiu aberta à população ao longo do mês.
“As ações reúnem prevenção às queimadas, tecnologia de monitoramento e educação ambiental para proteger as unidades de conservação do DF durante a estiagem”, informou o governo ao detalhar o investimento de junho.
O reforço vem em um momento sensível do calendário climático da capital, quando a umidade do ar cai e o risco de incêndios florestais aumenta. Com câmeras, brigadistas e o DF Sem Fogo em operação, o governo aposta em resposta mais rápida para conter focos antes que se espalhem por parques e áreas de cerrado preservado.
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