A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) lança nesta quinta-feira, 15 de maio de 2026, o Capital Lab, programa de empreendedorismo científico. O evento ocorre das 19h às 22h, no Lounge da Asbac, em Brasília.
A iniciativa nasce com a meta de envolver até 4 mil participantes ao longo do ciclo, e selecionar até 20 projetos ou startups científicas para incubação. A Secti-DF firmou parceria com o Instituto Bem Estar para a operação do programa, que terá apoio de uma rede de mentores, universidades e fundos.
O Capital Lab quer alcançar pesquisadores, estudantes e empreendedores que tenham produção científica passível de virar negócio. A trilha começa com uma fase aberta de ideação, evolui para a pré-incubação e, ao fim do ciclo, encaminha as melhores propostas para etapas de aceleração.
Como funciona o ciclo
As inscrições no edital ficam abertas de 15 a 31 de maio de 2026, pelo site oficial do Capital Lab. O Ciclo de Ideação e Pré-incubação terá duração de cinco meses, com início previsto para 22 de junho de 2026. A programação combina encontros presenciais em Brasília, mentorias remotas, oficinas temáticas e validação de modelos de negócio.
O programa terá foco em soluções que conectem ciência aplicada e mercado, em áreas como biotecnologia, saúde, agronegócio, sustentabilidade e tecnologias digitais. A operação contará com o suporte do Instituto Bem Estar, que vai colocar à disposição dos selecionados infraestrutura, conteúdo e rede de relacionamento.
Principais marcos divulgados pela Secti-DF:
- lançamento oficial em 15 de maio de 2026, no Lounge da Asbac, das 19h às 22h;
- inscrições abertas de 15 a 31 de maio de 2026, no site do programa;
- início do Ciclo de Ideação e Pré-incubação em 22 de junho de 2026;
- seleção de até 20 projetos ou startups científicas para incubação;
- meta de envolver até 4 mil participantes em todas as etapas.
Recado da Secti-DF
Em material distribuído à imprensa, a Secti-DF afirma que o Capital Lab funciona como ponte entre a pesquisa produzida em Brasília e o mercado, com foco em ampliar a base de empresas inovadoras instaladas no Distrito Federal.
“O Capital Lab nasce para mobilizar a comunidade científica do Distrito Federal e ajudar a transformar pesquisa em negócio. Queremos abrir espaço para que estudantes e pesquisadores cheguem ao mercado com tração e suporte”, afirmou a Secti-DF, em nota.
Quem pode participar
A inscrição é gratuita e estará disponível para pesquisadores vinculados a universidades, institutos de pesquisa, estudantes de graduação e pós-graduação, além de empreendedores independentes com projetos de base tecnológica. Não há exigência de empresa formalizada na entrada do ciclo de ideação.
O edital prevê critérios como aderência tecnológica, potencial de mercado, viabilidade técnica e impacto social. Avaliadores externos atuarão em cada etapa, e os projetos receberão devolutivas individuais ao fim de cada fase.
O SouBrasília apurou que a Secti-DF estuda complementar o Capital Lab com chamadas específicas para fundos de investimento e aceleradoras parceiras, em uma segunda etapa do programa, ainda neste semestre. A ideia é encurtar o caminho entre a pré-incubação e a captação inicial.
O lançamento desta quinta-feira contará com painéis sobre captação de recursos, propriedade intelectual e modelos de negócio para spin-offs acadêmicos. Representantes de universidades públicas e privadas do DF foram convidados, e estão previstas falas de empreendedores que já passaram por programas anteriores da Secti.








