Uma mulher foi agredida e teve o carro roubado na tarde de quinta-feira (20), em frente a um comércio de Vicente Pires, no Distrito Federal. Ela ficou com ferimentos na cabeça e nas costas. O veículo foi recuperado na mesma noite, segundo a Polícia Militar.
O boletim de ocorrência foi registrado na 8ª Delegacia de Polícia, na Cidade Estrutural, onde o caso é investigado. Até a última atualização do caso, ninguém havia sido preso.
O que mostram as imagens
A ação foi registrada por uma câmera de segurança. Nas imagens, a vítima aparece mexendo no interior do veículo, com a porta do motorista aberta, quando duas pessoas cercam o carro.
Em seguida, ela é empurrada para o meio da rua e cai no chão. Os dois homens entram no veículo e fogem. Funcionários da loja em que a mulher estava tentaram impedir que o carro fosse levado, sem sucesso.
Onde o caso é apurado
Vicente Pires concentra comércio de rua ao longo das vias principais, com estacionamento na própria pista e fluxo alto no fim da tarde. O registro foi encaminhado à 8ª DP, responsável pela circunscrição que apura o caso.
A recuperação do veículo na mesma noite não encerra a investigação. A polícia ainda apura a autoria e trabalha com as imagens da câmera de segurança como principal elemento.
O que fazer em caso de roubo de veículo
- Não reaja. A orientação das forças de segurança é entregar o veículo e preservar a integridade física.
- Acione o 190 imediatamente. Quanto mais cedo o alerta chega às viaturas, maior a chance de recuperação nas primeiras horas.
- Registre a ocorrência. O boletim pode ser feito na delegacia da região ou pela Delegacia Eletrônica da PCDF.
- Peça as imagens. Comércios e condomínios costumam manter gravação por poucos dias; solicitar o arquivo logo evita a perda da prova.
- Avise a seguradora e o Detran-DF. O registro evita cobrança de multas e pedágios aplicados depois do roubo.
Casos de crime patrimonial no DF têm entrado no noticiário local nesta semana. A 38ª DP, de Vicente Pires, prendeu um homem que vendia cargos falsos na Câmara Legislativa por até R$ 18 mil.
A Polícia Civil não informou prazo para a conclusão do inquérito.








