Eduardo Fernando Oliveira Araújo, de 20 anos, está internado desde 29 de março na UPA do Recanto das Emas com diagnóstico de hepatite grave. Os médicos ainda não conseguiram identificar a origem da doença, o que dificulta o tratamento.
Situação crítica
O jovem apresenta icterícia — coloração amarelada nos olhos e na pele — e, segundo a família, o fígado pode parar de funcionar a qualquer momento. A equipe médica indicou que apenas um transplante poderia salvar Eduardo.
Ele foi aceito no Hospital Regional de Taguatinga pela gravidade do caso, mas não há vagas disponíveis em leito de UTI com especialidade em gastroenterologia.
Família busca alternativas
O irmão de Eduardo, Delleon Fernando Oliveira, de 37 anos, relatou que a família solicitou relatório médico para judicializar o caso por meio da Defensoria Pública. Segundo ele, profissionais da UPA pediram que a família não recorresse à Justiça, alegando que estavam fazendo o possível.
A família também precisou desembolsar R$ 1.399 em exames de coleta que não eram realizados na própria UPA, mas que foram solicitados pela equipe médica.
Espera angustiante
Enquanto aguarda transferência, Eduardo segue na UPA do Recanto das Emas sem o atendimento especializado que seu quadro exige. A situação expõe as dificuldades do sistema público de saúde do DF para atender casos graves que demandam UTI especializada.








