O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou em Brasília 0,42% em abril de 2026, segundo dados divulgados pelo IBGE. O acumulado de 12 meses no DF é de 3,7%, abaixo da média nacional de 4,2% para o mesmo período. Alimentação e habitação foram os grupos com maior impacto.
A inflação no DF é monitorada pelo IBGE no âmbito do IPCA, principal indicador de inflação oficial do Brasil. O IPCA reflete a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços consumidos por famílias com renda entre 1 e 40 salários-mínimos, em diversas capitais brasileiras.
O que pesou na alta
O grupo Alimentação e Bebidas teve alta de 0,58% em abril no DF, com destaque para produtos como tomate, cebola, batata, leite e queijos. O grupo Habitação registrou 0,49%, puxado por aluguel residencial e tarifa de água. O grupo Transportes ficou em 0,30%, com alta no preço dos combustíveis.
Por outro lado, o grupo Vestuário teve queda de 0,12%, com promoções sazonais em redes do varejo. Comunicação ficou estável. Educação registrou alta de 0,18%, abaixo da inflação geral, refletindo estabilização nos reajustes anuais de mensalidades.
Impacto no custo de vida
- IPCA Brasília abril: 0,42%
- Acumulado 12 meses: 3,7%
- Brasil acumulado 12 meses: 4,2%
- Alimentação e Bebidas: maior alta
- Habitação: aluguel e água em alta
- Transportes: combustíveis em alta
- Vestuário e Comunicação: estabilidade
“O IPCA é instrumento central de monitoramento da inflação no Brasil. O DF mantém variação ligeiramente abaixo da média nacional, mas pressões pontuais merecem atenção”, afirmou material técnico do IBGE.
O IBGE monitora a inflação em 16 capitais. Os dados são utilizados pelo Banco Central para definir a política monetária e a taxa básica de juros, a Selic. O Copom avalia os dados periodicamente em suas reuniões. Veja mais em economia no SouBrasília.








