O Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam) abriu inscrições para um programa de bolsas voltado a pesquisadores e empreendedores interessados em desenvolver negócios a partir da biodiversidade amazônica. Serão dez selecionados para uma imersão de 15 dias na região.
As bolsas são pagas em dois perfis distintos. Inovadores selecionados recebem entre R$ 3,5 mil e R$ 7,5 mil mensais, por seis meses, enquanto especialistas em pesquisa e desenvolvimento (P&D), com experiência internacional em cosméticos, alimentos ou materiais biológicos, recebem de US$ 650 a US$ 1,3 mil mensais, também por seis meses.
O programa conta ainda com um fundo de validação de R$ 100 mil por equipe para testar ideias no mercado. Os três primeiros colocados ganham prêmios em dinheiro: R$ 200 mil, R$ 150 mil e R$ 100 mil. As áreas contempladas envolvem alimentação, cosméticos e novos materiais verdes, usando insumos como castanha-do-brasil, açaí, andiroba, copaíba e borracha nativa.
A iniciativa se insere no esforço do país por ampliar a economia baseada em floresta em pé e acelerar negócios de bioeconomia na Amazônia. O edital pode ser acessado pelo site do Idesam e tem como público-alvo dois perfis: pessoas com experiência comprovada em biodiversidade amazônica e especialistas com trajetória internacional em inovação.








