A Estrada Parque Taguatinga (EPTG) passa por manutenção do pavimento rígido na faixa exclusiva do transporte público, intervenção que faz parte de um pacote de R$ 13,5 milhões do Governo do Distrito Federal para preservar as pistas de concreto da capital. A obra é tocada pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF).
Os serviços ocorrem na altura do km 5 da EPTG, no sentido Plano Piloto-Taguatinga. O pavimento rígido, feito de placas de concreto, é o tipo de revestimento mais resistente para vias com grande circulação de ônibus, mas exige manutenção periódica para evitar trincas e desgastes que prejudicam a passagem dos veículos.
O que está sendo feito
Entre as ações previstas no cronograma estão:
- recuperação de placas de concreto danificadas;
- tratamento de juntas e selagem para evitar infiltração;
- nivelamento do pavimento para conforto e durabilidade;
- intervenção concentrada na faixa exclusiva do transporte coletivo.
O cronograma do DER-DF prevê serviços nas pistas de concreto pelos próximos cinco anos, com o objetivo de prolongar a vida útil do pavimento e reduzir o custo total da via, já que reparos pontuais são mais baratos que a substituição completa do trecho no longo prazo.
Por que o pavimento rígido
O pavimento rígido é indicado para faixas com grande circulação de ônibus por suportar carga repetida sem deformar tanto quanto o asfalto convencional. A manutenção preventiva é essencial para manter esse desempenho ao longo dos anos.
A faixa exclusiva da EPTG é uma das principais ligações entre Taguatinga, Águas Claras e o Plano Piloto, atendendo milhares de passageiros do transporte coletivo todos os dias. A obra na pista de ônibus tem reflexo direto no tempo de viagem e no conforto dos usuários.
Impacto no trânsito
Durante a execução do serviço, o trânsito sofre interferências pontuais nos trechos atingidos. Motoristas devem reduzir a velocidade, respeitar a sinalização provisória e considerar saídas alternativas, sobretudo nos horários de pico. Usuários do transporte público podem ter pequenos atrasos em alguns horários.
Manutenção preventiva e custo de longo prazo
Pavimento rígido bem cuidado dura décadas, enquanto reparos tardios costumam exigir recuperação completa de trechos, com custo muito superior. Por isso, programas de manutenção preventiva, com cronograma claro, são considerados pela engenharia rodoviária como a forma mais econômica de preservar vias estruturantes como a EPTG.
Em paralelo aos serviços no pavimento rígido, o GDF tem investido em melhorias na sinalização, em paradas de ônibus e em integração com outros corredores, num esforço de consolidar a EPTG como espinha dorsal do transporte coletivo entre Taguatinga, Águas Claras e o Plano Piloto.
O SouBrasília acompanha as obras de mobilidade no Distrito Federal. Veja também a matéria sobre as obras de infraestrutura da Caesb em Riacho Fundo e Sobradinho. O cronograma completo da manutenção do pavimento rígido deve ser divulgado pelo DER-DF.








