Dólar fecha a R$ 4,98 e Ibovespa bate recorde de 209 mil pontos na semana pós-1º turno
O dólar caiu 4,44% na semana e fechou a R$ 4,985; o Ibovespa subiu 8,82% e terminou em 209.066,90 pontos, recorde de fechamento.

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O dólar comercial fechou a sexta-feira (9) cotado a R$ 4,985, queda de 0,78% no dia, abaixo de R$ 5 pela segunda sessão seguida. Na primeira semana depois do primeiro turno das eleições, a moeda americana acumulou recuo de 4,44% frente ao real, e o Ibovespa encerrou o pregão aos 209.066,90 pontos, novo recorde de fechamento. Os números são da Agência Brasil, com informações da Reuters.
O que aconteceu com o dólar na semana?
A cotação chegou à mínima de R$ 4,977 por volta das 13h e terminou a sessão um pouco acima disso. No acumulado de 2026, a queda da moeda frente ao real chega a 9,18%. Segundo a Agência Brasil, o movimento veio junto com a valorização de moedas de países emergentes e com as expectativas dos investidores sobre o cenário político brasileiro depois da divulgação de pesquisas eleitorais.
O mercado também acompanhou o IPCA de setembro, que o IBGE informou ter subido 0,82%, com alta de 4,58% em 12 meses. Os detalhes do índice estão na nossa matéria sobre o IPCA de setembro, que passou do teto da meta. No exterior, o índice DXY, que mede o dólar contra uma cesta de seis moedas fortes, subia 0,08% numa das cotações da tarde.
Por que o Ibovespa bateu recorde?
A Bolsa subiu 1,38% na sexta e atingiu a máxima intradiária de 209.713,45 pontos antes de fechar em 209.066,90. Na semana, o ganho foi de 8,82%. A Agência Brasil atribui o desempenho ao fluxo de investimentos para ações brasileiras e às expectativas em torno do cenário eleitoral e da política econômica a partir de 2027.
Em Nova York, as bolsas também fecharam em alta. O S&P 500 avançou 0,60%, numa sessão em que investidores olhavam a temporada de balanços do terceiro trimestre e os próximos dados de inflação americana.
O que fez o petróleo?
O barril do Brent para dezembro subiu 0,42% e fechou a US$ 104,72, com alta de 2,41% na semana. O WTI, referência do Texas, para novembro, avançou 0,39% e terminou a US$ 91,85, com ganho de 0,81% no período. Segundo a agência, os preços foram sustentados pelo receio de interrupção da oferta, pelas tensões no Oriente Médio, por relatos de incidentes em rotas estratégicas de transporte e pela passagem de um furacão que levou produtores a parar parte da extração no Golfo do México.
Os números do fechamento de sexta-feira (9)
| Indicador | Fechamento | No dia | Na semana |
|---|---|---|---|
| Dólar comercial | R$ 4,985 | -0,78% | -4,44% |
| Ibovespa | 209.066,90 pontos | +1,38% | +8,82% |
| Petróleo Brent (dezembro) | US$ 104,72 | +0,42% | +2,41% |
| Petróleo WTI (novembro) | US$ 91,85 | +0,39% | +0,81% |
O que a nota não diz
A Agência Brasil não informa o que o câmbio já provocou nos preços ao consumidor, e nenhuma cotação de um único dia permite prever isso. Também não há, na fonte, o fechamento de segunda-feira (12), data do feriado de Nossa Senhora Aparecida. Todos os valores acima são os da sexta-feira (9), os mais recentes da nota.
Fonte: Agência Brasil, com informações da Reuters, publicada em 9 de outubro de 2026.






