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Cartão Mobilidade: veja onde ficam os totens de recarga no DF

Totens de autoatendimento fazem recarga do Cartão Mobilidade e emitem bilhete com QR Code em rodoviárias, estações do BRT e cinco parceiros no DF.

Por Redação Sou Brasília 4 min de leitura
Dois totens azuis de autoatendimento do Cartão Mobilidade em terminal do DF, com ônibus verde ao fundo
Neste texto5 tópicos
  1. Onde ficam os totens
  2. Quanto custa usar o cartão recarregado
  3. As outras formas de recarregar
  4. Perguntas frequentes sobre a recarga
  5. O que o Cartão Mobilidade cobre

O Distrito Federal tem totens de autoatendimento espalhados por rodoviárias, estações do BRT e estabelecimentos parceiros para quem precisa recarregar o Cartão Mobilidade sem enfrentar fila de guichê. A lista foi divulgada pela Agência Brasília nesta quarta-feira, 9 de setembro, e reúne pontos em regiões administrativas de todo o DF.

Nos totens é possível colocar crédito no cartão e emitir bilhetes com QR Code, usados para acessar ônibus e metrô. A instalação dos equipamentos começou em dezembro de 2025 e avançou em duas frentes: os terminais de transporte e o comércio.

Onde ficam os totens

A maior concentração está na Rodoviária do Plano Piloto, com oito máquinas. Seis delas aceitam pagamento em dinheiro, cartão de débito e Pix.

Nas estações do BRT, há equipamentos no Park Way, no Gama e em Santa Maria.

Nas estações rodoviárias, os totens estão nestes pontos:

  • M Norte
  • QNR
  • São Sebastião
  • P Sul
  • Planaltina
  • Brazlândia
  • Setor O
  • Riacho Fundo
  • Riacho Fundo II
  • Sobradinho
  • Sol Nascente
  • Taguatinga Sul
  • Itapoã
  • Recanto das Emas

Fora da rede de transporte, o serviço também está em cinco estabelecimentos parceiros: CNC Recepção Torre B, Sede BRB Serviços, Big Box Águas Claras, Ultrabox Paranoá Park e Ultrabox Planaltina.

Quanto custa usar o cartão recarregado

Com o Cartão Mobilidade carregado, o usuário tem direito à integração tarifária: até três embarques em um intervalo de três horas pelo valor de R$ 5,50. Quem paga a passagem avulsa em dinheiro dentro do ônibus não acessa esse benefício e desembolsa o valor cheio a cada embarque.

É a diferença que costuma pesar mais no orçamento de quem mora nas regiões administrativas mais distantes e precisa de dois ou três ônibus para chegar ao trabalho no Plano Piloto.

As outras formas de recarregar

O totem é uma das opções, não a única. A rede de recarga do sistema soma 509 pontos de atendimento distribuídos pelas 37 regiões administrativas do DF, entre postos BRB Mobilidade, bilheterias do metrô e lojas de conveniência do BRB.

Há ainda o caminho digital. Pelo aplicativo BRB Mobilidade dá para recarregar com Pix ou boleto, com valor mínimo de R$ 5 por operação. Nesse caso, o crédito precisa ser validado no cartão antes do embarque, o que é feito em validadores da rede.

Quem usa o cartão apenas de vez em quando costuma ser o mais prejudicado pela falta de crédito na hora do embarque. O totem resolve exatamente esse cenário: recarga imediata, no próprio terminal, sem depender do horário de funcionamento de posto de atendimento.

Perguntas frequentes sobre a recarga

Dá para pagar a recarga no totem com dinheiro? Sim, em parte da rede. Das oito máquinas da Rodoviária do Plano Piloto, seis aceitam dinheiro, cartão de débito e Pix.

Qual o valor mínimo de recarga pelo aplicativo? R$ 5, com pagamento por Pix ou boleto no aplicativo BRB Mobilidade.

Quanto tempo dura a integração? Até três embarques em três horas por R$ 5,50, contados a partir do primeiro uso do cartão.

O totem emite segunda via do cartão? Não. O equipamento faz recarga e emite bilhete com QR Code. Segunda via, bloqueio e alteração de cadastro são resolvidos nos postos BRB Mobilidade.

Quantos pontos de recarga existem no DF? São 509 pontos de atendimento nas 37 regiões administrativas, sem contar o aplicativo.

O que o Cartão Mobilidade cobre

O Cartão Mobilidade é o meio de pagamento do sistema de transporte público do DF e concentra as modalidades de uso: passagem comum, gratuidades e benefícios previstos em lei. O cadastro define qual perfil o usuário tem, e a recarga vale para o crédito comum.

O custo do sistema para o governo é alto. O transporte público do DF deve custar R$ 2,2 bilhões ao GDF em 2026, valor que cobre a diferença entre a tarifa paga pelo passageiro e o custo real da operação.

Quem precisar de atendimento presencial para resolver bloqueio, segunda via ou cadastro deve procurar um dos postos BRB Mobilidade, já que o totem executa apenas recarga e emissão de bilhete com QR Code.

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