A governadora Celina Leão promoveu mudança no comando da Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob) e colocou no radar do GDF o estudo da tarifa zero no transporte público coletivo do DF. A medida foi anunciada pelo Palácio do Buriti e ainda não tem prazo de implementação.
O que está em estudo na nova gestão da Semob
A troca veio acompanhada da exoneração de um secretário executivo, em movimento que reorganiza a Semob para discutir financiamento alternativo do sistema. A tarifa zero, defendida por parte do mercado e por entidades de mobilidade, exige fonte de custeio robusta para substituir a receita arrecadada na bilhetagem.
Estudos preliminares devem mapear custos operacionais, impacto sobre subsídio, demanda reprimida e fontes potenciais de financiamento, como CIDE-Combustíveis, contrapartidas urbanísticas e recursos próprios. A pauta também passa pelo enfrentamento ao déficit fiscal de R$ 1,9 bilhão identificado pelo GDF.
O Distrito Federal opera mais de 2,8 mil linhas urbanas e semiurbanas, com tarifa hoje em R$ 5,50 no STPC. Caso saia do papel, a tarifa zero do DF entraria na lista das maiores experiências do tipo no país.








