O número de mortos nos ataques israelenses no Líbano atingiu 1.461 pessoas desde o início das operações militares em 2 de março, segundo o Ministério da Saúde libanês. Outras 4.430 pessoas ficaram feridas no mesmo período.
Mortes recentes
Apenas neste sábado (5), foram registradas novas vítimas fatais:
- 4 mortos em Beirute, a capital libanesa
- 7 mortos em Kfar Hatta, incluindo uma criança de 4 anos
Os ataques israelenses têm como alvos declarados posições do Hezbollah, grupo xiita ligado à Guarda Revolucionária do Irã que entrou no conflito para apoiar Teerã contra Israel e os Estados Unidos.
Impacto humanitário
Além das vítimas humanas, os bombardeios israelenses destruíram 22% das terras agrícolas do Líbano, comprometendo a segurança alimentar do país. A destruição de infraestrutura rural afeta diretamente a produção de alimentos em uma nação que já enfrentava crise econômica antes do conflito.
Retaliação do Hezbollah
O Hezbollah tem retaliado com bombardeios ao território israelense. O grupo entrou no conflito em 2 de março para apoiar o Irã, ampliando a guerra para além das fronteiras iranianas. Israel, por sua vez, intensificou as operações no sul do Líbano e em Beirute, mirando comandantes e infraestrutura militar do grupo.
Conflito sem previsão de fim
O cenário no Oriente Médio continua se deteriorando. Enquanto o Irã rejeita os ultimatos de Trump, a ONU não consegue aprovar resolução sobre Ormuz e os preços globais de alimentos continuam subindo. O número de vítimas civis no Líbano adiciona uma dimensão humanitária grave a um conflito que já dura mais de um mês.








