A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva decidiu permanecer na Rede Sustentabilidade, partido que ajudou a fundar, e a federação Rede-PSOL quer que ela dispute uma vaga no Senado por São Paulo nas eleições de outubro.
A decisão
Marina bateu o martelo na sexta-feira (3), último dia da janela de troca partidária, após reunião com dirigentes da federação. Ela havia recebido convites do PT, PV, PSOL e PSB, mas optou por ficar no partido que fundou — mesmo com a saída de diversos filiados nos últimos meses.
Cenário em São Paulo
A federação PSOL-Rede trabalha para que Marina integre uma chapa ao lado de Simone Tebet (PSB) ao Senado e Fernando Haddad (PT) ao governo de São Paulo. No entanto, há um impasse: o ex-ministro Márcio França (PSB) também mira uma vaga ao Senado, criando disputa dentro da própria coalizão.
Saída do ministério
Marina deixou o Ministério do Meio Ambiente em 1º de abril, seguindo o prazo de desincompatibilização eleitoral. Sua gestão registrou redução nos índices de desmatamento da Amazônia, embora tenha enfrentado críticas pela aprovação da exploração de petróleo na Foz do Amazonas.








