A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) confirmou o primeiro caso de mpox (antiga varíola dos macacos) registrado em 2026 na capital federal. O diagnóstico foi identificado no mês de janeiro e representa o único caso confirmado no DF neste ano, segundo o órgão de saúde.
Detalhes do caso confirmado no DF
De acordo com a SES-DF, o paciente apresentou quadro clínico leve e foi liberado para tratar os sintomas em casa, sem necessidade de internação hospitalar. A secretaria também informou que não há outros casos em investigação na região até o momento.
O acompanhamento do caso é feito pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do DF (Cievs-DF), que monitora suspeitas e confirmações de doenças transmissíveis tanto na rede pública quanto na privada. A notificação de casos é obrigatória e deve ocorrer nas primeiras 24 horas após a confirmação laboratorial.
Contexto nacional da mpox em 2026
No Brasil, o vírus mpox continua sendo monitorado pelas autoridades de saúde. Neste ano, o país já registrou vários casos confirmados em diferentes estados, com quadros clínicos na maioria leves ou moderados e sem mortes até o momento.
O que é a mpox e como se transmite
A mpox é uma infecção viral causada pelo Orthopoxvirus, semelhante à varíola, e pode se espalhar por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou objetos contaminados, além de contato próximo com pessoas infectadas.
Os sintomas mais comuns incluem:
- Erupções cutâneas ou feridas na pele;
- Febre e calafrios;
- Dores musculares e de cabeça;
- Inchaço dos linfonodos (ínguas).
Prevenção e tratamento
A melhor forma de prevenção é evitar contato próximo com pessoas infectadas ou objetos possivelmente contaminados. Caso haja necessidade de convívio, recomenda-se higiene frequente das mãos e uso de equipamentos de proteção, como máscaras e luvas.
Não existe um tratamento específico aprovado para a mpox, então o cuidado clínico tem foco no alívio dos sintomas e prevenção de complicações até a recuperação completa.








