A influenza A está dominando os noticiários de saúde, mas o vírus sincicial respiratório (VSR) está crescendo em silêncio. No primeiro trimestre, o VSR já respondia por 18% dos casos de síndrome respiratória aguda grave com vírus confirmado no Brasil.
O número piora quando você pega dados mais recentes. Na semana encerrada em 4 de abril, 38% dos testes positivos para vírus apontaram VSR, segundo o Instituto Todos pela Saúde. São 12 pontos percentuais a mais do que no início de março.
O pior é que a doença ainda é pouco conhecida fora do contexto de crianças pequenas. Pneumologistas da UFSC apontam que o risco para idosos é real e subestimado. Em 2025, o VSR foi o vírus mais prevalente por 23 semanas seguidas, de março a agosto.
No DF, onde a população de servidores públicos com mais de 60 anos é grande, vale redobrar a atenção. Febre, tosse e falta de ar persistentes merecem avaliação médica, especialmente para quem tem doenças crônicas.
Fonte: Agência Brasil/EBC








