R$ 8.475,55. Esse é o teto do INSS a partir de 2026, após o reajuste de 7,8% aplicado sobre o salário-mínimo e o limite máximo do Regime Geral de Previdência Social.
O aumento é pago integralmente a quem já recebia acima de um salário mínimo antes do reajuste. Quem recebia o piso previdenciário passa de R$ 1.412 para R$ 1.518 — o novo salário mínimo.
Na prática, trabalhadores e aposentados que contribuíam sobre o teto passam a ter uma referência maior, o que impacta o cálculo de benefícios futuros como auxílio-doença e licença-maternidade.
Para quem trabalha no setor privado em Brasília, o reajuste afeta desde contribuições mensais até os cálculos de Fundo de Garantia. Empresas já devem ter atualizado as folhas de pagamento desde janeiro.
Fonte: Agência Brasil/EBC








