Investigado usava intimidação e violência para cobrar valores de vítimas
Um homem foi preso pela Polícia Civil em Luziânia (GO), no Entorno do Distrito Federal, suspeito de extorquir e ameaçar pessoas para cobrar dívidas. De acordo com as investigações, ele pressionava vítimas por meio de ameaças constantes e métodos de intimidação.
O suspeito, identificado como Wahlakison Lucas Mendes Caixeta, de 27 anos, conhecido como “Fumaça”, foi detido após uma investigação conduzida pelo Grupo Especial de Investigação Criminal (GEIC) da Polícia Civil de Goiás.
Cobrança de dívida virou caso de ameaça
Segundo a polícia, uma das vítimas procurou as autoridades depois de passar a ser pressionada para pagar uma suposta dívida de cerca de R$ 10 mil. As ameaças teriam começado ainda em junho do ano passado.
O delegado responsável pelo caso explicou que o conflito começou após uma negociação envolvendo um produto eletrônico comprado pela vítima. Mesmo depois de o valor ter sido quitado com o credor original, o investigado continuou cobrando o pagamento.
Estratégia de intimidação
De acordo com as apurações, o suspeito utilizava diferentes estratégias para assustar as vítimas e forçar o pagamento do dinheiro. Entre as práticas relatadas estão:
- realizar chamadas de vídeo exibindo armas para intimidar;
- enviar vídeos gravados em frente à casa da vítima, mostrando conhecer a rotina da família;
- abordar a pessoa diretamente em locais públicos para fazer ameaças de morte.
Objetos usados para intimidar
Durante o cumprimento de um mandado de busca na casa do investigado, policiais apreenderam diversos itens que poderiam ser usados para ameaçar vítimas, como um soco inglês, uma máquina de choque e uma pistola de airsoft.
Também foram encontrados eletrodomésticos e equipamentos eletrônicos de alto valor, incluindo geladeira, televisão e uma motocicleta, que apresentam indícios de origem ilícita.
Antecedente criminal
Ainda segundo a Polícia Civil, o suspeito já possui condenação por roubo no Distrito Federal e estava cumprindo pena em regime aberto no momento em que foi preso novamente.








