A restituição do Imposto de Renda 2026 será paga em quatro lotes, com o segundo previsto para 30 de junho e o último para 31 de agosto. A Receita Federal reduziu de cinco para quatro o número de lotes neste ano, encurtando o cronograma para quem tem valor a receber.
O primeiro lote já foi pago em 29 de maio. Os contribuintes que ainda não receberam devem acompanhar as próximas datas e conferir se o nome entrou na lista divulgada antes de cada pagamento.
Calendário da restituição do IR 2026
Confira as datas dos quatro lotes definidos pela Receita Federal:
- 1º lote: 29 de maio (já pago)
- 2º lote: 30 de junho
- 3º lote: 31 de julho
- 4º e último lote: 31 de agosto
O valor cai diretamente na conta indicada na declaração. Quem informou chave Pix tende a receber nos primeiros lotes, já que esse meio entra nos critérios de prioridade.
Quem recebe primeiro
A ordem de pagamento segue prioridades definidas em lei. Primeiro entram os grupos com preferência legal e, em seguida, quem usou recursos que agilizam o processamento da declaração.
Veja a ordem de prioridade:
- Idosos com 80 anos ou mais
- Idosos a partir de 60 anos, pessoas com deficiência e portadores de doença grave
- Contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério (professores)
- Quem usou a declaração pré-preenchida e/ou optou por receber via Pix
- Demais contribuintes
Os grupos com prioridade legal incluem idosos a partir de 60 anos, pessoas com deficiência, portadores de doença grave e professores. Depois deles, ganham preferência quem combinou a declaração pré-preenchida com o recebimento por Pix.
Como consultar a restituição
A consulta é feita no site ou no aplicativo da Receita Federal. Basta informar o CPF, a data de nascimento e o ano de exercício, que neste caso é 2026.
O sistema mostra se a restituição já foi liberada, em qual lote o contribuinte foi incluído e a data prevista para o depósito. Se houver alguma pendência, a própria consulta aponta o motivo, o que costuma deixar a declaração na malha fina.
Vale checar o status alguns dias antes de cada data de pagamento. A Receita libera as listas de cada lote com antecedência, e é nesse momento que dá para confirmar se o dinheiro entra no próximo depósito ou se cai apenas em um lote seguinte.
O que fazer se a restituição não cair
Quando o pagamento não é efetuado por erro nos dados bancários, o valor fica disponível por até um ano no Banco do Brasil. O resgate pode ser solicitado pelos canais da própria instituição ou reagendado por meio do Portal e-CAC, da Receita Federal.
Quem caiu na malha fina precisa corrigir a declaração antes de receber. Nesse caso, a restituição só é liberada após a regularização, em um dos lotes residuais pagos depois do calendário principal.
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Manter os dados bancários corretos na declaração é o ponto que mais evita atrasos. A conta indicada precisa estar no CPF do titular, e a chave Pix, quando usada, também deve ser o próprio CPF para que o crédito seja reconhecido pelo sistema da Receita.








