O governo federal apresentou o Plano Nacional de Bioeconomia, com metas para desenvolver atividades econômicas baseadas na biodiversidade sem destruir a floresta. As prioridades incluem pagamento por serviços ambientais, inclusão de novos fitoterápicos no SUS e concessões florestais.
A bioeconomia abrange desde o extrativismo sustentável — como castanha, açaí e borracha natural — até a bioprospecção de princípios ativos para uso farmacêutico e cosmético. O governo projeta ampliar a cadeia para gerar renda em comunidades ribeirinhas e indígenas.
O Cerrado, que cobre quase metade do território do DF, também é alvo do programa. Plantas do bioma como o buriti, o pequi e o baru têm potencial econômico ainda pouco explorado.
Fonte: Agência Brasil/EBC








