A Força Aérea Brasileira (FAB) iniciou, nesta semana, o uso operacional dos caças suecos F-39 Gripen para proteger o espaço aéreo de Brasília e do Distrito Federal (DF). As aeronaves de combate, baseadas na Base Aérea de Anápolis (GO), já estão em alerta para missões de vigilância e interceptação perto da capital federal.
Gripen F-39 assume defesa aérea da capital federal
Os aviões de caça F-39, fruto de parceria entre a FAB e a empresa sueca Saab, passaram a realizar patrulhas e vigilância contínuas do espaço aéreo da capital e das áreas estratégicas próximas, substituindo aeronaves mais antigas e fortalecendo a defesa nacional.
A aeronave é conhecida por sua tecnologia moderna, com sensores avançados, capacidade de interceptação rápida e alta velocidade, o que a torna uma das principais ferramentas de proteção em situações de alerta.
Base de operações e prontidão
Os caças estão posicionados de forma estratégica na Base Aérea de Anápolis, a cerca de 160 km de Brasília, e podem decolar rapidamente em caso de ameaça aérea ou voo não autorizado.
A atuação do 1.º Grupo de Defesa Aérea (1.º GDA) também faz parte do reforço da vigilância no DF, atuação que agora incorpora a tecnologia e capacidade dos caças suecos.
Projeto Gripen e modernização da FAB
O programa de aquisição dos caças F-39 Gripen começou a ser implementado no Brasil nos últimos anos, com entregas progressivas das aeronaves. A previsão é que mais unidades devam integrar o sistema de defesa ao longo da próxima década.
Além da defesa do espaço aéreo, o projeto representa avanços em transferência de tecnologia, desenvolvimento de especialistas brasileiros e modernização da aviação militar nacional.








