O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema de Saúde (Proadi-SUS) já atendeu mais de 24 mil pessoas indígenas com ações apoiadas pelos hospitais Beneficência Portuguesa, Hcor e Israelita Albert Einstein. O balanço abrange 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dseis) em todo o país.
Em Alagoas e no Maranhão, foram realizadas 256 teleconsultas e 178 pacientes acompanhados em 22 comunidades. Na Paraíba e no Piauí, foram 822 teleconsultas com resolução superior a 90%. Em Rondônia, 315 indígenas dos povos Karitiana, Suruí e Cinta Larga foram atendidos em ações específicas.
Entre os Xavante, no Mato Grosso, o programa alcançou 76% de cobertura no rastreio de câncer do colo do útero e 96% de acompanhamento de gestantes. As frentes incluem pré-natal, capacitação em saneamento, teleconsultas, rastreamento de cânceres e monitoramento materno-infantil.
O Proadi-SUS usa recursos da renúncia fiscal aplicada pelos hospitais filantrópicos privados em troca da imunidade tributária concedida pelo poder público. O Ministério da Saúde destaca que o modelo é estratégico para ampliar o alcance da atenção primária em áreas de difícil acesso, onde a presença de equipes móveis e telemedicina é decisiva.








