Parque Olhos d’Água, na Asa Norte: horário, entrada e regras

Parque Olhos d’Água
Cerrado preservado entre as superquadras da Asa Norte, em Brasília
Entrada Gratuita
O Parque Ecológico Olhos d’Água, na Asa Norte, abre todos os dias. O portão principal funciona das 5h30 às 20h e os portões laterais, das 6h às 18h, segundo a tabela do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) atualizada em 6 de julho de 2026. A entrada é gratuita. O plano de manejo da unidade proíbe a entrada com animais domésticos e o trânsito de bicicletas no interior do parque.
Informações Essenciais
Todos os dias. Portão principal: 5h30 às 20h. Portões laterais: 6h às 18h
Gratuita
Entre as quadras SQN 413, SQN 414, SCLN 414 e SCLN 415, Asa Norte, Brasília (DF)
Não é permitido entrar com animais domésticos
Não é permitido circular de bicicleta dentro do parque
Não há estacionamento próprio. As vagas ficam nas vias das superquadras vizinhas
Cerca de 21 hectares, segundo o Brasília Ambiental
Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Governo do DF
Lei nº 556, de 7 de outubro de 1993, e Decreto nº 15.900, de 12 de setembro de 1994
Horário de funcionamento e como entrar
O parque tem dois tipos de acesso, e eles não abrem no mesmo horário. Quem chega antes das 6h só consegue entrar pelo portão principal, que abre às 5h30 e fecha às 20h. Os portões laterais, mais próximos das superquadras, funcionam das 6h às 18h. Vale conferir a página de horários do Brasília Ambiental antes de ir: em abril de 2026, o parque chegou a reduzir o horário por causa de falhas na iluminação interna, e fechamentos pontuais para roçagem e manutenção também já aconteceram.
Não há bilheteria nem cobrança. O parque recebe em média 1,1 mil pessoas por dia útil e 2,6 mil nos fins de semana, segundo dados do Governo do DF divulgados na aprovação do plano de manejo.
O que é permitido e o que é proibido
O plano de manejo do parque foi aprovado pela Instrução Normativa nº 15, de 6 de julho de 2022, e é ele que define o que pode acontecer dentro da unidade. Duas regras costumam pegar o visitante de surpresa.
- Animais domésticos: o texto é direto ao dizer que é proibida a entrada com animais domésticos no parque. Quem quiser passear com o cachorro precisa procurar outra área verde da cidade.
- Bicicletas: o trânsito de bicicletas ou similares, de qualquer tamanho, não é permitido no interior do parque. A pista serve para caminhada e corrida.
- Zoneamento: a área foi dividida em quatro zonas (Conservação, Adequação Ambiental, Diferentes Interesses Públicos e Infraestrutura), o que determina onde cabe estrutura e onde a vegetação fica intocada.
O que fazer no Parque Olhos d’Água
Caminhada e corrida
Circuito principal com trechos planos, declives e aclives, o mais usado do parque.
Lagoa e nascentes
A Lagoa do Sapo e as nascentes que dão nome ao parque são o cartão-postal da unidade.
Observação de aves
Aves nativas do cerrado em abundância. O amanhecer é o melhor horário.
Academia ao ar livre
Circuito de malhação distribuído pelo parque, com aparelhos e Academia da Terceira Idade.
Parque infantil
Área com brinquedos para as crianças, sombreada pela vegetação nativa.
Piquenique e descanso
Bancos, áreas de sombra e espaços usados para aulas ao ar livre e atividades culturais.
A história por trás do parque
O Olhos d’Água não saiu de um gabinete. Foi a pressão da comunidade da Asa Norte que garantiu sua existência. No início dos anos 1990 a área sofria com descarte irregular de lixo e com a pressão imobiliária. Em 1993, moradores chegaram a montar no local uma árvore de Natal feita com o lixo recolhido ali para chamar a atenção do governo.
Governo do Distrito Federal
Em 7 de outubro de 1993, o governador Joaquim Roriz sancionou a Lei nº 556, que autorizou o Executivo a criar o parque na área entre as quadras SQN 413, SQN 414, SCLN 414 e SCLN 415. A criação foi efetivada pelo Decreto nº 15.900, de 12 de setembro de 1994, que segue em vigor e fixa os objetivos da unidade: proteger nascentes, mata de galeria e fauna, recuperar áreas degradadas e abrigar educação ambiental, pesquisa e lazer.
Em 2011, quando surgiu a proposta de erguer um shopping no terreno vizinho, a mobilização se repetiu. O governo desistiu do empreendimento e incorporou sete hectares da área ao parque.
Vegetação e fauna do Cerrado
O parque reúne campo de cerrado, mata seca e mata de galeria às margens dos córregos. Entre as espécies nativas aparecem barbatimão, jacarandá-do-cerrado, faveiro, pau-jacaré, angico e embaúba. A fauna inclui anfíbios, gambás, cutias, morcegos, aves e répteis.
A área integra a bacia do Lago Paranoá, o que torna a proteção das nascentes estratégica para o abastecimento e para a qualidade da água na cidade. O plano de manejo prevê um corredor ecológico ligando o parque ao Arboreto da Unidade de Brasília, de 19,9 hectares, para dar continuidade à proteção dos mananciais.
Como chegar
O parque fica cercado pelas quadras SQN 413, SQN 414, SCLN 414 e SCLN 415, na Asa Norte. Para quem mora perto, o acesso a pé é o mais simples, já que os portões laterais dão direto para as superquadras. Há pontos de ônibus nas vias adjacentes, na W3 Norte e na L2 Norte. Quem vai de carro estaciona nas vias internas das quadras vizinhas, porque o parque não tem estacionamento próprio. No Google Maps, a busca é por “Parque Ecológico Olhos D’Água”.
Se a ideia é emendar o passeio com outros pontos da cidade, veja também o Planetário de Brasília e o Memorial JK, os dois no Eixo Monumental.
Perguntas Frequentes
O parque abre todos os dias. O portão principal funciona das 5h30 às 20h e os portões laterais, das 6h às 18h, conforme a tabela do Brasília Ambiental.
Sim. Não há cobrança de ingresso nem de estacionamento.
Não. O plano de manejo do parque, aprovado pela Instrução Normativa nº 15/2022, proíbe a entrada com animais domésticos.
Não. O plano de manejo não permite o trânsito de bicicletas ou similares no interior do parque.
Na Asa Norte, entre as quadras SQN 413, SQN 414, SCLN 414 e SCLN 415, em Brasília.
Não há estacionamento próprio. As vagas disponíveis ficam nas vias das superquadras ao redor.
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