Bia Kicis e Michelle Bolsonaro formam chapa pura do PL para o Senado no DF em 2026

fevereiro 24, 2026

O Partido Liberal (PL) confirmou a formação de uma chapa exclusiva para o Senado pelo Distrito Federal (DF) com a deputada federal Bia Kicis e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro como pré-candidatas nas eleições de 2026. A estratégia, anunciada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, visa consolidar a presença da sigla e aliados da direita na disputa pelo Congresso Nacional.

Chapa pura do PL ao Senado no Distrito Federal

A decisão do PL de lançar Bia Kicis e Michelle Bolsonaro como candidatas ao Senado pelo DF foi comunicada no fim de semana passado por aliados próximos ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A ideia da chamada “chapa pura” é eleger duas senadoras alinhadas ao grupo político bolsonarista na capital federal.

Bia Kicis, que já exercia pré-candidatura, teve sua posição reforçada com o apoio direto de Bolsonaro e apoiadores do partido. Michelle Bolsonaro, que vinha avaliando sua participação política, também foi confirmada como nome da legenda para a disputa.

Repercussão política e Ibaneis Rocha

A formação da chapa do PL impacta diretamente o cenário eleitoral local, já que o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), também manifestou interesse em concorrer ao Senado nas eleições de outubro. Apesar da indicação de Kicis e Michelle pelo PL, Ibaneis afirmou que seguirá com sua pré-candidatura e continuará articulando apoio político para ampliar suas chances de eleição.

O governador defende a ideia de um palanque unificado de centro-direita no DF, ressaltando que a ala bolsonarista pode continuar atuando de forma integrada, mesmo com a definição da chapa do partido liberal.

Estratégia eleitoral e alianças

Com a definição da chapa para o Senado, o PL também deve consolidar alianças locais, apoiando outros candidatos a cargos importantes no Distrito Federal. A formação de candidaturas fortes ao Senado é vista como parte de um movimento estratégico para fortalecer a representação política da base conservadora no Congresso.