Trump declara que Marinha, Força Aérea e sistemas de defesa iranianos foram eliminados durante ofensiva no Oriente Médio
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (3) que a ofensiva militar norte-americana contra o Irã resultou na destruição quase total da capacidade bélica iraniana. Durante uma reunião com o chanceler alemão Friedrich Merz na Casa Branca, Trump detalhou que a Marinha, a Força Aérea, os radares e os sistemas de detecção aérea do Irã foram eliminados.
O mandatário norte-americano exaltou o desempenho das tropas dos EUA, classificando o trabalho do exército como “fantástico” e reforçando que a operação segue avançando conforme o planejado.
Cronologia do conflito entre EUA e Irã em 2026
A escalada no Oriente Médio teve início no sábado (28 de fevereiro), quando Estados Unidos e Israel lançaram uma série de ataques coordenados contra alvos iranianos. A ação foi motivada pelas crescentes tensões em torno do programa nuclear do Irã.
Em resposta, o regime iraniano retaliou atacando bases militares norte-americanas em diversos países da região, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
No domingo (1º de março), veículos de imprensa estatais do Irã confirmaram a morte do líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, vítima dos bombardeios realizados por forças americanas e israelenses.
Irã promete resposta após morte de Khamenei
Com a confirmação do óbito de Khamenei, autoridades iranianas passaram a prometer retaliação em larga escala. O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, declarou que o país considera a vingança pelos ataques como um “direito e dever legítimo”.
Trump, por sua vez, alertou o Irã contra qualquer tentativa de revide, afirmando que os ataques americanos continuarão pelo tempo necessário para alcançar o objetivo de estabilidade na região.
O que esperar do conflito nos próximos dias
O cenário no Oriente Médio permanece volátil. Com a destruição da infraestrutura militar iraniana alegada por Washington e a promessa de retaliação por parte de Teerã, analistas acompanham de perto os desdobramentos que podem redefinir o equilíbrio de poder na região.








